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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Nosso velho conhecido


Mantega: contingenciamento permitirá cumprir meta de superávit


BRASÍLIA- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta segunda-feira que o contingenciamento do Orçamento de 2012 não afetará os investimentos do governo, e que este valor -que ainda não foi anunciado- será o que viabilizará o cumprimento da meta de superávit primário.

"Vamos atrás do primário cheio em 2012, vamos conseguir fazer o primário cheio. E isso significa controle de gastos de custeio. Porém significa viabilizar todos os investimentos que serão necessários para ativar a economia", disse Mantega a jornalistas após a primeira reunião ministerial do ano.
"O corte será aquele necessário para viabilizar o superávit primário", disse.

meta deste ano é de 139,8 bilhões de reais, ou cerca de 3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), de todo o setor público, formado por governo central (governo federal, Banco Central e INSS), governos regionais (Estados e municípios) e empresas estatais.

Em 2011, o governo anunciou um corte de 50 bilhões de reais. Segundo disse uma fonte do Palácio do 
Planalto à Reuters, o valor do contingenciamento deste ano poderia chegar a 70 bilhões de reais, mas Mantega afirmou que a quantia ainda não está definida pelo governo.

De acordo com o ministro, o governo planeja anunciar o contingenciamento do Orçamento deste ano em meados de fevereiro.



O governo elegeu a política fiscal como sua principal arma para enfrentar a crise internacional. Será esse o grande diferencial do País em relação ao resto do mundo para se sair melhor do terremoto.
“Não haverá afrouxamento da meta fiscal em 2012 e nos próximos anos”, afirmou Guido Mantega, ministro da Fazenda, hoje, em conversa com pessoas próximas.
“Vamos continuar na rota da solidez fiscal, que é muito importante nesse momento de turbulência internacional.”

Mantega diz que governo não cumprirá meta de superávit das contas públicas


BRASÍLIA - A meta cheia de superávit primário do setor público, de R$ 139,8 bilhões, não será cumprida este ano, informou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista ao ‘Estado’. O governo vai abater do resultado parte dos investimentos realizados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida. O tamanho do desconto ainda não está definido.

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Reações:

10 comentários:

A SITUAÇÃO FISCAL DO BRASIL, É MELHOR QUE A DOS EUA.NÃO ESTARIA SENHOR "PROCURADO PIOLHO" PARA COÇAR A CARECA?

Só respondo para quem sabe a diferença entre particípio e gerúndio...

O problema não é o valor do superavit em si, mas seus determinantes. No nosso caso, em geral, temos as piores motivações:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,com-setor-protegido-braskem-eleva-precos-de-resina,133487,0.htm

Abs,
TDX

O engraçado é que o governo muda totalmente de discurso como lhe convem. Agora nao ha mais problema em nao cumprir o superavit primario se ele gastasse esse dinheiro com desoneração fiscal... Faz me rir.

Ano que vem será a retomada definitiva do controle da inflação pelo controle dos preço. So falta a Dilma recriar os fiscais de preços por sugestão do Delfim...

Quero só ver quando a conta dessa festa chegar

Alex, por que você se opõe ao abatimento dos investimentos no calculo do superávit primário?

Acha mesmo que está havendo uma pressão de demanda forte, cuja origem reside na política fiscal???

abç

"por que você se opõe ao abatimento dos investimentos no calculo do superávit primário?"

Porque eu acho que o correto seria usar a soma dos CPFs dos secretários do Ministério.

Alex,

Antes de mais nada, parabéns pelo blog.

Isso poderia significar uma diminuição da compra de dólares por parte do Banco Central e uma consequente queda do dolar para patamares mais realistas como 1,85 - 1,90?

A queda no câmbio poderia ser uma solução viável para combater a alta inflacionária?

abs

"pode cortar os juros q o fiscal não será "anti cíclico a lá mantega" como 2010!, vou segurar os gastos, vou deixar o Malan com inveja!"
"vamos reduzir impostos para segurar inflação, mete a faca nos juros, só existe choque para cima nos preços, quando é para baixo é política econômica!"
"vou dar um totó no câmbio, mas não se preocupe o ambiente é deflacionário, pode cortar um pouco mais os juros!"
"essa obsessão com o primário só existe no Brasil, o que importa é o deficit nominal!".

"A queda no câmbio poderia ser uma solução viável para combater a alta inflacionária?"
Deixar o dolar flutuar, elevar os juros, segurar o crédito ou cortar os gastos... Ou seja, o contrário do vem sendo feito. O contrário da heterodoxia amantegada.

"Isso poderia significar uma diminuição da compra de dólares por parte do Banco Central e uma consequente queda do dolar para patamares mais realistas como 1,85 - 1,90?"

Acho difícil que permitam a apreciação do câmbio nominal, mesmo para segurar pressões inflacionárias. Simplesmente não é a prioridade.