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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Famous last words: Professor Ferrari-Filho chuta o tripé neo-liberal

Encontrei essa passagem mezzo-hilária, mezzo-deprimente em um artigo escrito em setembro do ano passado pelo professor Ferrari-Filho, um dos expoentes do keynesianismo de quermesse.

Due to the economic policy strategy based on inflation targeting, an increased primary surplus target and flexible exchange rate, Brazil’s GDP performance was poor: from 2003 to 2006, the average growth rate of Brazil was, approximately, 3.5% per year. 

Ainda bem que agora não estamos mais restritos ao tripé neo-liberal... Agora vai!

Cada um tem o Ferrari que merece.

Reações:

48 comentários:

O Lada fica até bonito perto da "Ferrari" citada...

Se vc acha esse artigo ridículo e a 'obra' do Profº Oreiro lamentável: dê uma olhada no título do vencedor do Prêmio CAPES de tese em economia desse ano(Unicamp, é claro). Essa é a 'academia' no nosso país. Abr, K.

Enquanto isso.. "na fazenda" .. Mantega anuncia linha especial de crédito a Estados de 20 Bilhões. E me vem esse idiota de professor me dizer uma coisa dessas ! Vai perder o registro no conselho de economia, ou não ?

Vc perde tempo lendo isso? Leia o horóscopo, é mais educativo.

Cara, você tem uma fixação com os pós-keynesianos. Fica lendo abstracts, reparando em gráficos... Até aí tudo bem. Você acha que a teoria é vagabunda, até aí tudo bem. Mas por que não apresentar críticas científicas as premissas e/ou conclusões desses autores, ao invés de simplesmente fazer piadinhas?
O blog está saindo da esfera dos textos econômicos e entrando no da ofensa. Parece um "conversa afiada" da economia.

"keynesianismo de quermesse"

Alexandre, só por curiosidade, o que é que você tem contra as quermesses? :)

Caramba!!! Crescimento médio de 3,5% em quatro anos? Um tremendo sucesso.

Tanto sucesso que, em 2011, o PIB bateu em espetaculares 2,7% e a inflação foi, só, de 6,5%.

Agora, para 2012, espera-se o milagre de PIB entre 2% e 3%, e inflação em cerca de 5%, para mais.

Realmente, sem câmbio flutuante, superávit primário e metas de inflação, o Brasil poderá voltar a ser uma grande economia no futuro.
Impressionante.

Qual o problema (de novo)?

Vc não acha que tivemos um desempenho pífio?

" Mas por que não apresentar críticas científicas as premissas e/ou conclusões desses autores, ao invés de simplesmente fazer piadinhas?"

Imagino que seja pela mesma razão que faz com que a maioria dos astrônomos não apresentem críticas científicas aos astrólogos.

“Qual o problema?”

O problema é que o professor acha que o crescimento de 3.5% durante o período do tripé metas de inflação, metas de superávit primário e câmbio flexível é baixo, mas agora que o tripé tem sido gradualmente abandonado, o crescimento muito provavelmente vai ficar abaixo do crescimento nos tempos do tripé. Em 2011 foi 2.7%, e esse ano dificilmente será mais do que 2%...

“dê uma olhada no título do vencedor do Prêmio CAPES de tese em economia desse ano(Unicamp, é claro).”

Se vem da Economia-Unicamp, o mais provável é que seja lixo, salvo raríssimas exceções.

O, me surpreende o seu mau-carater de atribuir o atual desempenho do Pib à flexibilizaçao do tripe (se é que ela, de fato, ocorreu)...

Anônimo-16 de junho de 2012 20:39.

Por isso foi dito lá em cima "um sucesso", tipo sarcasmo, OK?

E depois foi dito também "Realmente, sem câmbio flutuante, superávit primário e metas de inflação, o Brasil poderá voltar a ser uma grande economia no futuro".

Ou seja, até pouco temo, tinham salvado o País que "estava quebrado", com o tripé, só obtiveram 3,5% de PIB e agora, nem isso parece ser possível.
Deu para entender, agora, que todo o dito é sinônimo de pífio, antes, durante e depois?
Abraços

3,5% com economia mundial bombando deve ser pior que 2,7% com economia mundial à beira do colapso, não?

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/governo/o-indicado-de-moreira-franco-para-o-ipea/

o vencedor do premio capes eh o novo diretor de macro do epea.

"O, me surpreende o seu mau-carater de atribuir o atual desempenho do Pib à flexibilizaçao do tripe (se é que ela, de fato, ocorreu)..."

Na verdade mau-caratismo é a afirmação do Ferrari,como se algum dos componentes do tripé fosse a causa da fronteira de produção do Brasil ser tão baixa em um contexto tão favorável.

Alex

Você está dando aula no Insper,não?

Gostaria de saber a sua opinião sobre o curso,se já está no nível dos tops do Brasil,como GV-Rio,PUC-Rio e FEA

Abraços

Sinceramente... Alguém poderia me dize quando, na história destepaiz, a economia não foi planejada, conduzida, induzida (e, avacalhada) pelo estado ?

Sinceramente... Alguém poderia me dize quando, na história destepaiz, a economia não foi planejada, conduzida, induzida (e, avacalhada) pelo estado ?

"Alex

Você está dando aula no Insper,não?

Gostaria de saber a sua opinião sobre o curso,se já está no nível dos tops do Brasil,como GV-Rio,PUC-Rio e FEA

Abraços"

Marcelo:

Como não conheço o estado atual dos demais cursos fica difícil a comparação. O que eu posso dizer é que a meninada tem qualidade; fizeram bons trabalhos no meu curso, mostrando maturidade e domínio da técnica.

Abraço

Off-Topic

Não sei como alguns ainda podem chamar de visão política a doença que Reinaldo Azevedo possui.

http://bdadolfo.blogspot.com.br/2012/06/sachsida-discorda-totalmente-de.html

The Anchor

Eu não sei porque “pesquisadores da PUC-Rio” devem ser tratados como vacas sagradas. Não li o artigo deles para julgar, você leu?

"O, me surpreende o seu mau-carater de atribuir o atual desempenho do Pib à flexibilizaçao do tripe (se é que ela, de fato, ocorreu)..."

Primeiro, o 2.7% de 2011 foi em grande parte herdado de 2010 (efeito-base). Se calcularmos o crescimento médio trimestral (anualizado) dos últimos 5 trimestres, foi 1.3%.

Segundo, tal desaceleração é específica do Brasil. Nas últimas páginas da Economist dessa semana, temos Chile com previsão de crescimento de 4.5%, Colômbia com 5.4% e México com 3.5% para 2012. A última leitura para cada um desses países foi 5.6% para o Chile (2012 Q1), 6.1% para a Colômbia (2011 Q4) e 4.6% para o México (2011 Q1). O número comparável para o Brasil é 0.8% (2012 Q1). Nós somos o patinho feio se comparados com os países da América Latina que não estão deliberadamente cometendo suicídio macroeconômico.

Terceiro, não sou eu quem digo isso, mas o professor Ferrari claramente elogia o relaxamento do tripé na conclusão de seu artigo.

Finalmente, não admito que ninguém chame o professor Ferrari de desonesto. Até onde eu sei, ele é inimputável.

O,

1 - Eu nunca disse que pesquisadores da PUC-RJ devem ser tratados como vacas sagradas, o foco é no artigo/argumentos e não de onde vieram/quem são os autores;

2 - Sim, eu li o paper, mesmo não sendo necessário fazê-lo para identificar as besteiras que RA escreveu;

3 - Leia o que RA escreveu e concordará comigo. Caso contrario, temo que a mesma doença tenha te contaminado.


The Anchor


PS: Comentários do Joao Manoel, autor da pesquisa, em resposta as criticas do RA >> https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxqb2FvbXBkZW1lbGxvfGd4OjJiNmRhZjIyMzAzNGNiZWI&pli=1

Off-topic:
Alex e O, vocês viram a mais recente do Reinaldo Azevedo, dando uma de Nassif do outro time?

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pesquisadores-da-puc-rj-dizem-que-bolsa-familia-reduziu-criminalidade-em-sp-pesquisa-do-tio-rei-informa-esse-estudo-e-uma-cascata-autoevidente-e-posso-provar/

O artigo, em revise & resubmit pro AEJ Economic Policy, tá disponível aqui: http://ftp.iza.org/dp6371.pdf

Desculpe, não vi que o assunto já tinha sido levantado. De qualquer forma, ler um pouquinho do artigo já é suficiente para ver que as críticas do Reinaldo não invalidam a identificação. E nem estaria em revise & resubmit se pudesse ser avacalhado com essa facilidade.

O JM perdeu a elegancia com o Reinaldo Azevedo.

Anônimo-17 de junho de 2012 14:04

Não sei se a economia mundial segue as diretrizes políticas e econômicas do Brasil, você pode me dizer? Por exemplo, UE x Mercosul.

Em certas fases, o mundo ia bem e o Brasil, mal. Em outras, o mundo ia mal e o Brasil também.

O momento atual é de o mundo indo mal. Portanto, o Brasil não está indo bem.

O que está acontecendo, tanto como em 2007 e 2008, que a piora da situação do mundo, justifica a expansão fiscal e monetária por aqui.
Ou seja, caso o mundo estivesse indo muito bem, seriam gastos públicos ineficazes e má administração da economia.

Agora, como o impasse permanece no exterior, a ineficácia de gastos públicos e a má administração da economia, é chamada de medidas anti-cíclicas.

Poderíamos crescer 2,7%, mas, com inflação abaixo de 1%, não é?

Com relação ao estudo da PUC sobre violência e Bolsa Família, deu para entender que o RA criticou um certo viés corriqueiro em análise do tipo, há tempos.
Qual seja, a queda da criminalidade em São Paulo, nunca é atribuída à política de segurança à eficácia e eficiência da Polícia paulista.
Ora é a atuação de "grupos sociais", de "voluntários" etc. Agora, é atribuída aos efeitos do BF.
Oras, a criminalidade em São Paulo não começou a cair com a entrada do BF. Isso poderia ser visto pelos dados e datas.
De todo modo, de uma maneira simplista, por que um menor de 16 anos seria o chefe de quadrilhas de arrastão em restaurantes?
Pela idade e classe social, sabe-se lá, poderia ser cadastrado do BF e passado pelo "boom" de ascensão de classe etc.
No entanto, ele e tantos outros, estão na criminalidade.
Pelo que deu a entender, foi algo assim que teria sido criticado pelo RA.

E a inflação hein Alex ???

IPCA rumando para o centro da meta....

Alex,

Alguum comentario sobre o conjunto de boçalidades escritas pelo Reinaldo Azevedo sobre o paper dos economistas da PUC ???

Ou será que idiotices escritas por amigos não merecem o mesmo rigor nas criticas ??

"Eu não sei porque “pesquisadores da PUC-Rio” devem ser tratados como vacas sagradas. Não li o artigo deles para julgar, você leu?"

"O", numa boa, ninguém os está tratando como vacas sagradas. O fato é que o RA escreveu a crítica mais idiota possível. Deveria ser reprovado com zero em qualquer curso sério de introdução a ciências sociais. Destaco um trecho (grifo meu):

"Usar o Bolsa Família para explicar a queda de violência em São Paulo é a mais nova farsa influente. A anterior era atribuir a queda à campanha do desarmamento. Pergunto aos iluminados: por que, então, a campanha do desarmamento não produziu os mesmos efeitos no resto do Brasil? POR QUE, ENTÃO, HOUVE, NA MÉDIA, AUMENTO DA VIOLÊNCIA NO NORTE E NORDESTE, EMBORA SEJAM AS REGIÕES MAIS BENEFICIADAS PELO BOLSA FAMÍLIA?"

Nível Nassif. Com honras.

O Anônimo das 11:54 leu um texto diferente. No que eu li, o Reinaldo diz que os estudo do caras é "bobagem" "desmentida de maneira vexaminosa". Diz até que os autores são preconceituosos.

"Alguum comentario sobre o conjunto de boçalidades escritas pelo Reinaldo Azevedo sobre o paper dos economistas da PUC ???"


Vou comentar a briga Reinaldo Azevedo – João Manoel mais tarde, pois agora estou ocupado. Mas já aviso: nenhum dos dois saiu com a reputação fortalecida dessa lambança.

Pela caixa de comentários do blog do supracitado assassino de reputações de aluguel já se nota a qualidade das opiniões de Reinaldo Azevedo. Só dá imbecil, ignorante e proto-fascista. O post em questão apenas ilustra eloquentemente do que é capaz alguém que comenta um artigo científico a partir de uma notícia de jornal.

João Paulo Rodrigues

Caro João Paulo,

Eu não daria muita importância para a qualidade da caixa de comentários de blog algum. Sim, alguns blogs têm caixas de comentários mais ilustradas, mas não conheço nenhum blog com audiência de massa que não tenha caixas de comentários cheia de absurdos.

Você deve julgar, sim, os textos do dono do blog. O Reinaldo pode ser às vezes estridente ou direitoso demais, mas ele é muito bom em retratar o zeitgeist do Brasil. E mesmo quando não lê o artigo científico que comenta, vou demonstrar que ele acertou em desinflar a importância do resultado (volto mais tarde para explicar porque).

Não, o Reinaldo Azevedo não acertou em nada.
Escreveu um monte de coisas sem sentido, mostrando total desconhecimento sobre como se faz pesquisa econômica e, o que é pior, com uma arrogância imensa sobre o que não domina.
Um jornalista com um mínimo de seriedade, se não domina o assunto, buscaria um especialista que pudesse fazer uma crítica gabaritada. Por exemplo, poderia entrevistar o "O" e questionar com base em alguma crítica embasada que este eventualmente teria. E nunca bancar o mega-especialista que ele não é.
Eu achava o Reinaldo ótimo justamente por combater o "zeitgest". Mas não se pode combater tolices com outras tolices. Vendo a naturalidade com que ele escreve sobre o que não sabe, qual a credibilidade que qualquer análise dele que não seja sobre coisas auto-evidentes (como o Lula aos braços e abraços com o Maluf) terá?

Nossa senhora, depois desse comentário do "O"...
sei não.
esse post que vai sair depois que o "estou ocupado" findar aparentemente será um episódio bem triste para aquele que é um dos melhores blogs de economia em língua portuguesa.

Que fazemos?
Campanha "Volta Alex"?
;)

"O",

o problema não é ele ser de direito. Pondé e Coutinho, na mídia, o são, e estão anos luz à frente dele. A questão é que os absurdos de seu blog são os piores de toda internet, de longe. Não são simples absurdos em termos de senso comum, o que seria o esperado num blog "de massa". É outra coisa - aquilo é a barbárie, ou, como vc gosta de dizer, a idiocracia. E se o sujeito só consegue mobilizar seguidores - e seguidores deste quilate - não estamos frente alguém que possa perceber algo sobre a realidade, mas frente a um crente dogmático, intelectualmente incapacitado para algo mais que açular as massas ao ódio. O tom dele não é nada mais que uma defesa prévia de alguém que não consegue sustentar uma discussão com alguém que vá além do leitor médio de Veja.

Além disso, ele é um servo a soldo, pago para fazer o trabalho sujo de spin doctor para o PSDB de SP. Ele nada explica sobre o Brasil (suas pataquadas sobre o BF já foram sobejamente desmoralizadas pelo Néri, pelo Hermenauta, pelo Celso e por tantos outros), somente na medida em que ele é expressão do nosso atraso, o que ele nem deve intuir.

Aguardo suas críticas ao estudo dos caras da PUC, mas isso só provará que Reinaldo Azevedo é um ignorante (estridente era a voz da Dercy Gonçalves), pois é assim que procedem os que atiram no que veem e acertam no que não veem (caso vc esteja certo). Isso para não mencionar que Reinaldo se preocupou muito menos com a crítica ao estudo do que com a desmoralização completa do mesmo, como se fosse obra de gente de má fé, no que ele, obviamente, errou ignominiosamente.

João Paulo Rodrigues

hummm o trabalho é bom mas:

efeitos pequeninhos

não serve pra crimes violentos, ou seja, NÃO explica a queda na taxa de homicídios (os próprios autores reconhecem na conclusão).

"The evidence also indicates that
the reduction in crime is not concentrated in school days and seems to be mostly driven by economically motivated crimes (robberies)."

Prezados,

O "O" é o Irineu de Carvalho Filho. Todos que freqüentam este blog sabem disso ha séculos...

Joao Manoel saberá disso e, tenho certeza, terá o maior prazer de discutir as idéias dele com vc Irineu...

Pois bem, mande suas criticas... A PUC-RJ agradecera...

abs

Alex,

Alguum comentario sobre o conjunto de boçalidades escritas pelo Reinaldo Azevedo sobre o paper dos economistas da PUC ???

Ou será que idiotices escritas por amigos não merecem o mesmo rigor nas criticas ??

Fiz um comentário, no blog do Adolfo , sobre esta quizumba criada pelo Reinaldo e acho que deve ter algo em comum com o que o O Anônimo vai dizer. Vou aguardar.

João Paulo

Reinaldo é ótimo jornalista. Nunca escondeu que gosta de polemizar.

Sou leitor desde a revista Primeira Leitura, que conheci por acaso numa banca de revista. Lembro da capa, uma entrevista com então ex-petista e ex-secretário nacional de Segurança Pública Luiz Eduardo Soares. Na prática, defenestrado no primeiro governo Lula sob acusação de nepotismo, com base em documento apócrifo. No partido angélico, um grave desvio ético. hehe

Na verdade, foi posto para fora porque comunicou, em 2002, à direção do PT a existência do esquema do assessor de José Dirceu Waldomiro Diniz. Nessa reunião estava Marcelo Sereno (pesquisem no Google que é o gajo). Tempos depois da demissão, Sereno e Diniz viraram colegas, sob o comando de José Dirceu, e tudo seguiu conforme a omertà petista. Depois veio à tona história do mensalão, que fez justiça às denúncias de Soares.

Por essas e muitas outras, caro João Paulo, Reinaldo recebe dos petistas e filo-petistas o qualificativo "assassino de reputações", como você escreveu.

Quanto ao post que deu origem à nova polêmica, é coerente com o estilo provocador do Reinaldo.

E vamos lembrar da polêmica originada por um post do Alex, que teve a hombridade de ir até o blog do Reinaldo para reconhecer publicamente que a crítica de Reinaldo ao post era de fato procedente.

E mesmo que não fosse, e pelo que conheço do Alex desde que comecei a frequentar o blog, duvido que ele rebaixaria o debate ao ponto de escrever algo próximo a isto:

"Pela caixa de comentários do blog do supracitado assassino de reputações de aluguel já se nota a qualidade das opiniões de Reinaldo Azevedo. Só dá imbecil, ignorante e proto-fascista. O post em questão apenas ilustra eloquentemente do que é capaz alguém que comenta um artigo científico a partir de uma notícia de jornal."

Aguardo os comentários do "O"

“Aguardo suas críticas ao estudo dos caras da PUC, mas isso só provará que Reinaldo Azevedo é um ignorante”

Que Reinaldo Azevedo é ignorante sobre econometria, disso não resta dúvida. Mas sua ignorância sobre econometria não invalida seu comentário sobre o artigo, que foi pertinente e relevante. Leia meu post.

"O", isso não me supreende nem um pouco.

Ao freqüentar um seminário conjunto entre os alunos da Economia Aplicada e Economia do Desenvolvimento aqui na UFRGS, onde o referido professor (?) ministra suas aulas apenas para os alunos de ED (ou, se preferir, cópia da Unicamp) na semana passada, ouvi mais alguns comentários típicos do Keynesianismo de Quermesse.

O melhor de todos foi quando numa discussão com o prof. Marcelo Portugal o sr. Lada sustentou que para tentar determinar relações de correlação e causalidade entre variáveis econômicas ele prefere a sua intuição à Econometria.

Abraço,
T.