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domingo, 29 de junho de 2014

Painel Globo News (Argentina)

Debate sobre a questão recente da dívida argentina com Zeina Latiz e Alberto Pfeiffer.

Link aqui.


Reações:

18 comentários:

Mais com isso tudo a Argentina ainda cresceu mais que o Brasil.

Olha aqui os dados de crescimento do Brasil e Argentina ,que vai 1990 até 2013 no site do FMI.





http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2014/01/weodata/weorept.aspx?pr.x=57&pr.y=8&sy=1990&ey=2013&scsm=1&ssd=1&sort=country&ds=.&br=1&c=213%2C223&s=NGDP_R%2CNGDP_RPCH%2CNGDP%2CNGDPD%2CNGDP_D%2CNGDPRPC%2CNGDPPC%2CNGDPDPC%2CPPPGDP%2CPPPPC%2CPPPSH%2CPPPEX%2CNID_NGDP%2CNGSD_NGDP&grp=0&a=

"Mais com isso tudo a Argentina ainda cresceu mais que o Brasil."

Não tenho como hábito responder a quem confunde "mais" com "mas", mas (entendeu?), isto dito, você acredita mesmo nestes números? Se sim, tenho um carro usado por um argentino para te vender; nao rodou quase nada...

Os dados do FMI não são sérios?

Alexandre, existe a tendencia de muitos para existir um acordo, receber 30% do que tem para receber...Isto nao faavorece a irresponsabilidade?

De onde você acha que o FMI pega os dados? Ou você imagina que seja ele quem estima as séries para toooodos os países?

Não sei porque, eu não trabalho no FMI.Se eles não são sérios,então os dados da Argentina , China e outros paises não são confiaveis,segundo o seu ponto de vista.

A inflação na Argentina é abricada, procedimento que não é segredo para ninguém. Se fosse usado um deflator confiável do PIB argentino, decerto que a evolução desse indicador seria muito, mas muito menos vistosa.KB

"Se eles não são sérios,então os dados da Argentina , China e outros paises não são confiaveis,segundo o seu ponto de vista."

Eles quem, cara-pálida?

Beluzzo te atacou hoje no Valor, correto?

Grande hangout com o Adolfo Sachsida. Parabéns e porrada no MAV que confunde mais com mas.

Bom programa Alex.
No entanto muito fraquinha a participacao da Zeina Latif.

Pensar na situacao atual Argy x Holdouts como um jogo onde os ultimos tem um incentivo a negociar nao faz muito sentido. Elliot e compania ganharam e tem o poder de barganha. Eles sao hard core, especializados em fazer isso. Estao brigando ha 10 anos e nao tem o menor incentivo em aceitar um haircut. Eles podem , eh claro, fazer alguma concessao do tipo combinacao cash+bond para o pagamento. mas ate ai tudo normal.

abs
Xian

"Os dados."

Então seu argumento é: "Se os dados não são sérios, eles não são confiáveis"?

"Beluzzo te atacou hoje no Valor, correto?"

Foi? Eu não leio as páginas de esporte; só as do São Paulo...

Trata-se de um argumento profundo...

Belluzzo fez autoplágio no artigo do Valor! Requentou e fez um copy desk em artigo de maio de 2013 na Carta Capital e mandou ver! Que coisa feia!

Dá uma conferida.

Foucault e o neoliberalismo
O filósofo francês, um dos pensadores mais fecundos do século XX, não era economista. Talvez por isso entendeu com maior profundidade o neoliberalismo
por Luiz Gonzaga Belluzzo — publicado 24/05/2013 12:00, última modificação 02/06/2013 09:33

http://www.cartacapital.com.br/revista/750/foucault-e-o-neoliberalismo-1420.html

No artigo da Carta Capital:

O mundo se abriu para o novo milênio dominado por certezas que hoje se desmancham sob a ação demolidora da crise financeira.

No Valor

O mundo se abriu para o novo milênio dominado por certezas que pareciam murchar sob as inclemências da crise financeira.

O que foi acima é só a primeira frase do primeiro parágrafo. Há muito mais. Por exemplo:

No Valor:

A concorrência louvada pelos neoliberais admite a "centralização" da propriedade e o controle dos blocos de capital, comandado pela nova finança e suas inovações. Isto foi realizado mediante a escalada dos negócios de fusões e aquisições financiados com elevados índices de alavancagem e alentados pela forte capitalização das bolsas de valores nos anos 80, 90 e 2000, a despeito dos habituais escorregões de "ajustamento" de preços quando a decepção das expectativas dispersa a manada.

Na Carta Capital

A nova concorrência louvada pelos neoliberais admite a “centralização” da propriedade e o controle dos blocos de capital. O processo se deu pela escalada dos negócios de fusões e aquisições, alentada pela forte capitalização das bolsas de valores nos anos 80, 90 e 2000, a despeito de episódios de “ajustamento de preços”. A “terceirização” das funções não essenciais à operação do core business aprofundou a divisão social do trabalho e propiciou a especialização e os ganhos de eficiência microeconômica, além de avanços na produtividade social do trabalho.

Quanto o Valor paga aos seus colunistas por artigo inédito? Que vergonha, Belluzzo!

Para quem não é assinante do Valor, ver aqui:

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/532846-foucault-a-argentina-e-os-abutres