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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Conflito entre israelenses e palestinos

É verdade que enquanto para muitos entre nós que pertencem à diáspora, discutir o conflito entre israelenses e palestinos é um tema carregado, para outros é bem fácil escolher o lado que merece ser apoiado.

Se algum dia houver uma guerra final, tenho uma clara visão moral de que lado devo ficar. Entenda minhas razões aqui.

Reações:

43 comentários:

Deleta este post enquanto é tempo...

o que vcs acharam da abertura do escritorio do ipea em caracas ?

porra meu, que deselegante. Não deu tempo nem do post do dono do blog receber um único comentário.

quanto tribufu. Prefiro o lado palestino, lá tem mulheres MUITO mais bonitas que essas anêmicas aí.

É Alexandre, gosto duvidoso, vc deveria conhecer o Rio, Leblon mais especificamente pra melhorar o gosto.

Espantoso!

Como se não bastasse o que houve com as meninas, a Besta, ainda hoje, toma a vida dessas mocinhas?

É. O Mal reverbera. Reverbera, reverbera. É triste...

Bjs., lu.

PS.: Queira me perdoar amigo "O", mas "raso" seu ângulo.

Porra "O"...é só o alex colocar um artigo dele que vc joga um post em cima!

"O",

Moralmente falando, entendo seu ponto de vista. Mas descobrir os segredos que se escondem por debaixo de uma burca também tem seu charme. Esse negócio de boazudas de biquini no Rio não tá com nada...

"Porra "O"...é só o alex colocar um artigo dele que vc joga um post em cima!"

Hahahaha eu fui cooptado pela quermesse...

"quanto tribufu."

Você já ponderou a possibilidade que você muito provavelmente tem tendências homossexuais? Sai do armário, moleque...

“mas "raso" seu ângulo.”

Raso o ângulo da senhôura—por que raios você assumiu que meu interesse é pela beleza exterior das garotas, e não pelas implicações políticas liberalizantes, ultra-feministas, de mulheres indo para a guerra?

“vc deveria conhecer o Rio, Leblon mais especificamente pra melhorar o gosto.”

Se você tiver mais oportunidade de viajar pelo mundo, vai descobrir que o Rio, apesar de terra de muitas mulheres bonitas, está longe de ser um dos, digamos, top 10 lugares do mundo em termos de beleza feminina...

Outra grande surpresa que você pode ter é que... não, mulheres brasileiras não tem fama de estarem entre as mais bonitas do mundo (a fama é outra).

Caríssimo amigo "O",

Postastes: "Se algum dia houver uma guerra final, tenho uma clara visão moral de que lado devo ficar. Entenda minhas razões aqui" (e daí, as imagens das jovens soldados).

Decerto não atentei à sua "clara visão moral" meu amigo. E, considerando alguns demais comentários, creio que não tenha sido somente minha essa desatenção: "quanto tribufu" (...); "vc deveria conhecer o Rio (...)", por exemplo.

No entanto, se seus interesses tangenciam "pelas implicações políticas liberalizantes, ultra-feministas, de mulheres indo para a guerra", reitero o quanto lastimo que belas e jovens donzelas portem adornos bélicos e trajem uniformes de guerra. Como disse, a Besta reverbera.

Em minha "clara visão moral", às mocinhas deveria caber a nobilíssima tarefa de amar e cuidar de um homem, parir seus filhos e honrar o lar. Creia: não é de pouca monta. Se dentre tantos afazeres houver tempo, estudar também é bom.

Me agradaria muitíssimo o epíteto de "distinta" Senhora.

Bjs., lu. (Rosa Branca)

“…implicações políticas liberalizantes, ultra-feministas, de mulheres indo para a guerra”

Como os gênios, algumas vezes, conseguem ganhar dos idiotas! Dêem poder de fogo a uma belicista desses, e vocês vão ver para onde o mundo vai! Perto do “O”, Dr. Fantástico é metáfora heteróclita!

Alex, pague uma operação transexual para o doidivanas “O” e vamos ver como ele se sai no “campo de batalha”! Quão tolo é preciso ser para não perceber o lado fetichizante das mocinhas na guerra, especialmente em Israel?

A perversidade da guerra, meu caro, não se restringe a matar e morrer!

EM NOME DA MENTIRA?
A civilização ocidental (judaico-cristã) desenvolveu-se apoiando-se em mentiras. Em nome dessas mentiras (diabo, espíritos, pecados, criacionismo, castigo, moral sexual absurda, anjos, santos, profetas, Deus, céu, até purgatório), muito sofrimento foi imposto à humanidade e às pessoas (para os que sofreram é imperdoável). Por outro lado algo de bom também ocorreu (?). Mas é absurdo educar-se crianças com crenças e valores apoiados em mentiras (sofrer, criar problemas psicológicos em nome de mentiras?). O mais absurdo ainda é que pessoas de alto nível intelectual e cultural acreditam nestas mentiras (em nome delas lutam, matam, sofrem).
Voltando a palestinos e israelenses: se não existisse o judaísmo e o islamismo os dois povos estariam lutando? Acredito que sim, mas a luta seria mais amena. Os menos aculturados aceitariam com mais facilidades os mais aculturados (no sentido de desenvolverem-se)? São duas religiões onde os fanáticos são forças significativas.
Se a verdade prevalecesse (deus não existe) a luta acabaria? Acredito que não. Mas ninguém morreria por acreditar em mentiras (céu, inferno).
As meninas de fato são excitantes.

And the germans killed the jews and the jews killed the arabs and the arabs killed the hostages and that's the news...
And it isn't any wonder that the monkey is confused...

"O", MAS VOCE NAO PASSA DE UM TARADO DO BARALHO, NE' MEU CHAPA!

Pra postar uma bobagem desta tambem me parece que voce bebe uma barbaridade! Ta' desafiado prum contest no Bar do Leo! To cansado de amadores!

Um abraco de quebrar costela

Kleber S.


PS: Se minha mulher pensasse como a Luciene eu tava casado ate' hoje!

Anônimo das 15:00...

"(...) Descobrir os segredos que se escondem por debaixo de uma burca também tem seu charme (...)."
Sem dúvida amigo, para alguns, recado, pudor e mistério são altamente afrodisíacos.

Anônimo das 17:51...

Atentaste ao poder fetichizante representado pela farda amigo; No filme "Good" (Um Homem Bom) com o feioso Viggo Mortensen, ao vê-lo com o imponente uniforme nazista, a cretina de sua esposa cai de joelhos (literalmente) e lhe faz um sexo oral fantástico!

Anônimo das 18:21...

Crer, faz parte. Escrevi sobre isso: http://www.esdc.com.br/CSF/artigo_Porque_cremos.htm
Mas 1/2 pagãzinha, sou parmenídica: O Ser É e não pode Não-Ser. Se o Não-Ser fosse, o Não-Ser seria. E ai já não haveria Não-Ser. E do Ser, só se pode Pensar. Já das coisas que São, podemos Pensar e Dizer muito; inclusive que São e Não-São. Doidêra né? Explico melhor aqui: http://www.esdc.com.br/CSF/artigo_serounaoser.htm

Graaande Kleber,

Lamento. Tente de novo; é tão bom ter alguém pra... conversar, rs. Não que nunca tenha sido tentada a agir de outro modo, meu amigo. Como diz um velho conhecido dos oikosnomós, o sapientíssimo Sr. Smith: "agir de acordo com os ditames da prudência [phronésis], da justiça e da beneficência apropriada, parece não ter grande mérito se não existe a tentação de agir de outra forma". Desde que com um "H"omem, permanecerei casada até que a morte nos separe. Eventualmente, um marido pode até fazer por merecer que a mulher lhe tire (pelo que simbolizam, é errôneo dizer que "põe") os chifres, mas quando Mães, a responsa é maior, há de se ponderar que o mundo já está repleto de fs.d.p. E que Mãe, em sã consciência, permitirá que "seu" filhinho seja mais um?

Beijos,
lu.

PS1.: E "O", desencana: herrar [por não Pensar] é umano. Já tô com saudades docê.
PS2.: As meninas + desafortunadas vão me matar: "Se dentre tantos afazeres houver tempo..." kkkk.

Minha homenagem às mulheres segue abaixo:

Uma feminista francesa escreveu um livro defendendo que as mulheres são vítimas do que eu chamo de "fascismo verde". Imagino a patrulha que ela não deva estar sofrendo...

http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2010/05/28/livro-de-feminista-causa-polemica-por-acusar-movimentos-ecologistas-de-oprimirem-as-maes-916717827.asp

Olá Galego,

Fico feliz que tenhas postado algo amigo.

Já estava me sentindo legada ao ostracismo. Nem posso me queixar, o Blog é de Economia, rs.
Mas, pensando bem, onde Economia "não entra"?

Não conheço as ideias de Elisabeth Badinter. Adoro outra Elisabeth (também psicanalista francesa): a Roudinesco.
Vou conferir a matéria e assim que tiver algum pensamento a respeito, escrevo.

Mil beijos e uma ótima sexta-feira para você e os demais marujos que navegam por aqui.

lu.

Estimado amigo Galego,

Infelizmente, pelo que pude compreender, esse livro vai "bombar" por aqui também. Não é difícil descobrir porque.

Diferente da inteligente Elisabeth Roudinesco, a quem já tive o prazer de estudar um pouco, o trabalho da Badinter não está bem embasado.

Sobre o que versa, melhor pegar "A Nova Heloísa" e/ou "O Cândido", de Jean-Jacques Rousseau (famoso pelo "Discurso sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens).

Uma vez que havia prometido ler e tecer alguns comentários, até selecionei trechos da entrevista para corroborar minha dóxa (opinião).

Mas ao tentar contrapor as afirmações da egoísta "Filósofa" (?), que parece abominar a maternidade, conclui ser perda de tempo.

O cerne do trabalho dela é a culpa. E como a culpa é dela, ela põe onde quer. Não faltarão fervorosas seguidoras, rs.
Uma vez que poucos trabalharam a questão da culpa tão bem quanto Nietzsche, melhor estudar e escrever sobre "A culpa" em Nietzsche.

Para não me abster completamente de apontar uma de suas inúmeras aberrantes afirmações, transcrevo: "Para Badinter, esse modelo de maternidade, com teorias "ecológicas moralizadoras, que fazem a natureza passar na frente das mulheres, torna impossível a igualdade entre os sexos".
Natureza passar na frente das mulheres? Que "natureza" ameaça "passar na frente"(?) das mulheres? Igualdade entre os sexos?

Poxa Galego, hoje em dia, a grande maioria das mulheres não tem mais que 2 ou 3 filhos. Custa, com amor, dar-lhes o leite e reduzir um pouco a intensidade dos anseios profissionais (por cerca de dois anos, por exemplo), para se dedicar melhor à prole? Bebês são frágeis, dão um trabalhão, mas muito preciosos. Será que isso é perder tanto assim da vida? Também não compreendo esse radicalismo todo em torno das questões: fralda descartável x fralda de pano; papinhas de legumes feitas em casa x papinhas de legumes industrializadas. Essas dúvidas não me parecem muito filosóficas.

Filosófica é esse desmedida recusa em aceitar algo tão inerente à condição humana: finitude. Há tempo para tudo. E tudo a seu tempo.

Beijos e mais uma vez, grata por postar Galego.

lu.

PS.: Lembranças ao ilustre amigo que ostenta a bela camiseta, repleta de estrelas. Se Freud estiver certo (e nisso está), foi amamentado.

Ae, Alexandre... censurando os posts agora?

Deve estar rezando a cartilha do PT.

"Ae, Alexandre... censurando os posts agora?"

Você pegou pesado demais. Eu não me incomodo, mas quando é com mulher, sim. Afinal de contas, o blog é meu.

Estimado Cavalheiro,

Muito lisonja a excelência moral de sua atitude. Mas fiquei como Pandora...

E assim, o execrável bárbaro foi impedido de revelar sua magnânima estirpe, provavelmente muito distinta. Nobilíssima!

A menos que o sujeito seja tão desprezível a ponto de postar ofensas gratuitas se valendo do anonimato, creio que deva aprovar a postagem. Não sou nada adepta a “barracos”; se, como aludes, os insultos forem mesmo ultrajantes, obviamente, me abstenho de retrucar.

Embora tenha minha porção Andrômeda, sei me defender amigo; sobretudo quando a polemós incitada é no mundo das ideias (uma vez que não seria nada difícil quebrar minhas costelas).

Tratando-se de um perfeito idiota, é improvável que dispense platéia, mas seu eu estiver enganada, que a criatura me encaminhe seus argumentos (Bestas argumentam?) por e-mail: mitologia@esdc.com.br.

Grata,

Lu.

Mas como me deixou feliz essa coluna do Palocci na Folha hoje!

É meio chato ouvir petistas dizendo que tudo começou em 2003, mas e daí? Eles compraram o discurso da Agenda Perdida e agora pensam que é deles! E isso é uma vitória.

" se a taxa de juros fosse mais baixa, as coisas seriam mais baratas.." j. serra na rede tv

Tio O, que baita discurso campineiro, hein?



Doutrinador

"" se a taxa de juros fosse mais baixa, as coisas seriam mais baratas.."

Oy vey...

``israel X palestina`` aproximadamente igual a ``terroristas x terroristas``....nao da pra escolher um lado.

Nossa...mal o negócio aconteceu já pareceu um beócio pra dizer que é tudo igual...
Porque será que o comboio de ajuda humanitária apolítica e desinteressada não tentou chegar a palestina pelo Egito e sim por Israel, furando um bloqueio naval?
Porque um comboio pacífico reagiu na bomba e na porrada quando foi abordado?

Mas a imprensa já comprou a versão opressor-oprimido e aí já era. O PIG deve ter gostado.

Anonimo escreveu:

> Porque será que o comboio de ajuda > humanitária apolítica e >desinteressada não tentou chegar a >palestina pelo Egito e sim por >Israel, furando um bloqueio naval?

O comboio humanitario foi atacado por comandos israelenses em aguas internacionais, nao em Israel ou em aguas israelenses.

> Porque um comboio pacífico reagiu > na bomba e na porrada quando foi > abordado?

Por que mandar comandos atacar navios com uma missao humanitaria em aguas internacionais? Como pode se explicar a morte de pelo menos dez civis numa missao humanitaria, em aguas interncionais, que nao era nenhuma ameaca a Israel? (alem de ser injustificavel moralmente, foi uma cagado diplomatica monumental!). A abordagem israelense foi um ato de agressa injustificavel, e qualquer resistencia dos que estavam a bordo nao justifica a violencia e as mortes de forma alguma.

> Mas a imprensa já comprou a >versão opressor-oprimido e aí já era.

Nao e uma versao opressor-oprimido. Sao simplesmente os fatos. Um comboio humanitario atacado por comandos navias da maior potencia militar do Oriente Medio em aguas internacionais. Pelo menos dez civis mortos. Dezenas de feridos. Eh uma historia bem clara.


>O PIG deve ter gostado.

Muito pelo contrario. E uma tragedia pra Israel e pro Oriente Medio.

PIG

Sugiro uma pesquisa no google para:

Obsession - Radical Islam's War Against The West

Atenção especial 'a visita do mufti de Jerusalem a Hitler in late thirties, muito interessante e esclarecedor.

Segue um clip do filme:

http://www.youtube.com/watch?v=aa5YoWM1fHE

Abs, BobFields

Mas será o benedito?

Quando esse Blog foi fundado...

... o Sol estava em conjunção com Marte no signo de Áries?
Até eu (Vênus em conjunção com Marte em Aquário), que não brigo nem com marido, já me exaltei por aqui, rs.

Ouvindo Dave Matthews, saudades "O". Bjs.,
lu.

prezada luciene felix:

"candido" é do voltaire.
abs
sgold

Menino de Ouro,

Que bola fora a minha...
Eu estava pensando no "Emílio - ou Da Educação" (do Rousseau mesmo) quando, desatenta, digitei o Cândido...

Muitíssimo grata por me corrigir amigo. Beijos,

lu.

"Nao e uma versao opressor-oprimido. Sao simplesmente os fatos."

E você acha que eu comentei baseado em que? Tarô?

A versão que correu o mundo é a dada pela reportagem da CNN que mostra o resgate dos mortos e feridos, comentada em off por alguma porta voz do movimento. A moça dá a versão dela dos fatos, que é bem diferente da versão israelense. Podia ficar tudo no disse-me-disse mas tem um porém: os milicos filmaram a aborgadem. Quer ver?

http://www.youtube.com/user/idfnadesk

Então? Alguma dúvida ainda sobre como o grupo de pacifistas recebeu os soldados a bordo? Pacifista, humanitário que parte pra cima de soldado armado pra matar pra mim é novidade. Eu jurava que isso fosse coisa de jihadista!

"Os israelenses não tinham o direito de abordar o comboio humanitário em águas internacionais"

O adjetivo "humanitário" fica por conta dos inocentes úteis ou dos pilantras de sempre. Comboio humanitário organizado por ONG ligada ao Hamas é dificil de engolir. Sete navios podem conter o diabo ali dentro e eu no lugar dos israelenses também não deixava aquilo chegar à Gaza (quer dizer, ao Hamas) sem saber o que tem dentro mas nem por setenta virgens ninfomaniacas bissexuais.

Se foi em águas internacionais, ou na área do bloqueio é o que menos importa: O fato é que o pessoal tava lá pra isso mesmo, pra buscar o confronto. Alternativas, haviam várias. Mandar a ajuda por outros canais e até mesmo a resistência pacífica após a abordagem, o que talvez desse alguma legitimidade ao grupo. Mas o pessoal tava lá pra virar martir, pra manter a tática de sempre, como fica bem claro no videozinho acima.

Qual seria esta tática de sempre? Já tá manjadissima: buscam o confronto, pressionam outro lado até o ponto de reação, e depois fazem-se de vítimas. A patrulha politicamente correta compra a versão opressor-oprimido por default e tá tudo resolvido.

No fundo os árabes sempre saem perdendo, é que a mentalidade do "suicídio virtuoso" acaba prevalecendo. O Líbano tomou um sacode monumental em 2006 e nas entrevistas você via os líderes felizes da vida com sua "vitória".

Fazer o q....

André Lima

Andre:

Se voce acha que as vitimas aqui sao comandos de elite israelenses atacando um navio com 600 passageiros (incluindo diplomatas, um premio Nobel, e representantes de mais de 40 paises) e em uma missao humanitaria, e em aguas internacionais, entao eu realmente acho que realmente nao entende nada.

E se haviam individuos procurando uma confrontacao, e se eles deram porrada nos comandos israelenses, isso de forma alguma exonera Israel, ou muda quem foi o agressor aqui.

E tambem nao muda em nada as consequencias extremamente negativas para Israel. EM Israel os unicos que nao admitem isso sao os elementos mais facistas da sociedade. Muitos la entendem as consequencias negativas (veja, por exemplo, http://www.haaretz.com/print-edition/news/operation-mini-cast-lead-1.293417 ou o op-ed do Amos Oz no NYT de terca feira).

Qualquer um com o minimo de julgamento e com os interesses de Israel em vista condenara mais este uso de forca disproporcional que nao tem nada a ver com os ideias sobre os quais o pais foi fundado.


PIG

Caro PIG
É duro ser chamado ou de nazista ou de humanista inocente por achar que Israel faz cagada (ponto de vista da opinião pública) e é truculento muitas vezes. Mas tem alguns pontos importantes nessa história: a flotilha tinha clara vinculação ao Hamas, era uma provocação óbvia, patrulhar aquela área é necessário para que não chova foguetes em terra israelense e, mais importante de todas, existe um linchamento de Israel DESPROPORCIONAL ao lamentável fato. Se existe chance de um repúdio à Israel ser entendido como apoio ao Hamas, Irã etc devemos manter cautela. O governo brasileiro já escolheu o lado de sempre. Agora os fanáticos islâmicos devem estar celebrando vitória e a linha-dura de Israel vai ficar esperando o inevitável aumento da violência e atentados.
Fernando A

Fernando:

1. Mesmo que o comboio fosse ligado ao Hamas, isso nao justifica a acao israelense

2. Voce tem razao: e preciso tomar o contexto em consideracao. E - independentemente das razoes - parte do contexto para a condenacao internacional sao os 1.5 milhoes de Palestinos cuja vida e os direitos sao prejudicados e limitados de forma extrema por Israel e pelo bloqueio naval. Parte da condenacao internacional e histeria daqueles que estao sempre contra Israel. mas parte e resultado de politicas miopes do governo atual e varios sucessores.

3. Existe um grupo de individuos - muito comum na diaspora judaica em geral;, e extremamente comum entre a colonia judaica brasileira - que nao conseguem enxergar e apontar os erros cometidos pelo governo Israelense. Sempre ha alguma explicacao. Alguns dos argumentos mais imbecis voltam ao Holocausto ou ao tratemento dos judeus em paises arabes, como fez o Kleber S. aqui. Outros justificam a punicao coletiva de 1.5 milhoes de individuos com base em argumentos de seguranca. OK, o bloqueio naval e de gaza esta em vigor ha quase 4 anos. O que resolveu? So fortaleceu o Hamas!

Se os nazistas e os ditadores islamo-fascistas sao os parametros de comparacao para se julgar um pais que um dia pretendia ser "a light upon nations," eu nao tenho o que argumentar.

Mas e interessante que um segmento da comunidade grande e crescente tanto em israel como aqui nos US (que e' a unica comunidade que realmente importa) tem se mobilizado contra essa visao miope de que Irael esta sempre certa.

Eu sugiro o seguinte artigo que apareceu no Haaretz de ontem (veja os dois ultimos paragrafos). Ele sumariza bem minha opiniao, mas de forma muito mais eloquente. mesmo com todos esses caveats sobre motivos, o que acontenceu foi um crime, e algo muito negativo pra Israel/

PIG

A Microeconomia possui um poderoso instrumento de análise chamado preferência revelada, segundo esse método, ao invés de tentar “chutar” as preferências subjetivas das pessoas, observamos seu comportamento e deixamos que elas “revelem” suas verdadeiras preferências.
Apliquemos esse método para o caso IDF x “Humanistas”.
Suponha que seu objetivo principal, algo pelo qual você está disposto a dar a vida, seja entregar ajuda humanitária a certa população. Caso a força militar que cerca o local lhe imponha certa restrição, tal como a inspeção da carga, seria razoável aceitar? Afinal, seu objetivo não é “peitar” a força militar, mas entregar a ajuda.
Bem, Israel ofereceu a alternativa, desembarcar a ajuda em um porto controlado, a carga seria inspecionada e o transporte final seguiria por terra. Por alguma razão, os “humanistas”, liderados pela IHH cujo presidente é ligado ao Hamas, rejeitaram a alternativa. Ora, o principal objetivo não é levar ajuda? Se sim, qual sentido da rejeição?
Suponha que seu principal objetivo não seja a ajuda, mas romper o bloqueio. Bem, você tem cerca de 700 “humanistas” e seis navios. Como o bloqueio é tanto terrestre como marítimo, não seria melhor dividir sua “força” em dois grupos: um terrestre e outro marítimo? Lembremos que o bloqueio terrestre é responsabilidade do Egito.
Agora, suponha que você é um humanista e seu navio, que visa romper um bloqueio naval para levar ajuda humanitária, tem sua embarcação invadida por fuzileiros, por algum milagre você consegue desarmar o fuzileiro. Seria razoável tentar executá-lo com sua própria arma e em seguida jogá-lo do passadiço do navio? Você não é um “humanista”?
Suponha agora que sua capacidade cognitiva é minimamente razoável, atacar com chutes um soldado armado é uma boa alternativa de ação?
Bem, me parece que o principal objetivo não era ajuda humanitária ou furo de bloqueio. O que o Hamas, via IHH, queria, era desafiar Israel e reabrir, dessa vez a força, o caminho usado em 2005 para entregar sistemas tipo IGLA aos seus aliados que estão em Gaza, mas que em nada ajudam o povo palestino.
É “legal” ver que os mesmos “humanistras” que hoje se unem contra Israel atuaram em conjunto para impedir sanções ao Sudão, mesmo após 400 mil mortos. Interessante também é notar que os movimentos que hoje se unem contra o “ato de guerra” Israelense, nada falam do ataque da Coréia da Norte à Corveta do Sul.
Abs
JC

Deixem da Bla Bla Bla, eu encontrei uma forma de obter apoio aos pobres palestins e iraqueanos, por meio de uma questão moral também?
Segue uma iraquiana danadinha:
http://www.aztlan.net/iraqi_women_raped.htm

Alex
Mudando de assunto, veja o resultado profícuo da política externa do nosso querido presidente

http://tvuol.uol.com.br/#view/id=programa-de-humor-de-israel-satiriza-lula-veja-legendado-0402993562D8A17386/user=66dwi1vns92s/date=2010-06-04&&list/type=editor/

Titulo Original: Day of Wrath

Um filme nos moldes de O Nome da Rosa.

Dia de Ira conta a história de Ruy de Mendoza, um xerife que se depara com uma série de assassinatos brutais de membros da nobreza espanhola do século 16.

Antes que Mendoza possa confirmar a identidade das vítimas, os corpos desaparecem sem deixar rastro e a cena do crime é deixada sem nenhuma pista. O mais estranho é que todos na vila, inclusive o Governador Dom Francisco Del Ruiz, o Inquisidor Frei Anselmo e até mesmos as viúvas agem normalmente, como se os assassinatos não tivessem ocorrido.

Nesse período negro da Inquisição, uma conspiração ameaça destruir a base da sociedade em que vivem e o único que parece querer descobrir a verdade acabou tendo também seu Dia de Ira.