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sábado, 19 de setembro de 2009

Estarei fora esta semana

Espero conseguir moderar os comentários, mas não prometo.

Abs
Alex

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17 comentários:

Alex, o Krugman disse o que eu gostaria de ter dito:

"It’s a sad story. And the even sadder thing is that it’s very unlikely that anything will change: freshwater macro will get even more insular, and its devotees will wonder why nobody in the real world of policy and action pays any attention to what they say."

Sim, eh verdade. Freshwater macro nao eh ouvida no Fed, nao eh ouvida em Wall Street, nao eh ouvida no FMI, nao eh ouvida por nenhum governo do mundo.

Um paper que eu acho bem interessante sobre este debate "fresh" x "saltwater" é do Mankiw, aliás dos poucos que têm mantido o nível.

http://www.economics.harvard.edu/files/faculty/40_Macroeconomist_as_Scientist.pdf.

Gostaria de ler comentários a respeito.

Quando voltar, não deixe de visitar meu blog :
http://chutandoalata.blogspot.com/

Alex, Alex... cuidado com o que você pede! Daqui a pouco você será brindado com comentários "brilhantes" do Ivo e do Juliano dizendo que o Mankiw não conhece a Ação Humana.

O problema é que os economistas de hoje perderam a capacidade de auto crítica.O que os "Mainstream" falam é tudo correto.

Aex,bem que você poderia ir para Viena ou Chicago.Quem sabe você voltaria "melhor".

"Aex,bem que você poderia ir para Viena ou Chicago.Quem sabe você voltaria "melhor"."

Mas eu pretendo ir para Viena. Certamente não para aprender economia...

O problema do Juliano é que, como austríaco, ele não acredita em comprovação empírica.
Se acreditasse, eu sugeriria que ele fosse num seminário na PUC ou na Fundação, para ver a "porradaria" (no bom sentido) que rola nas apresentações, e ver que a imagem de falta de autocrítica no "mainstream" é tão realista quanto uma nota de 3 dólares "Madoff" (em homenagem à idéia do Hayek de dinheiro privado em concorrência). Mas, como é um "austríaco", como ele já tomou sua idéia a priori como verdade absoluta que não precisa de investigação empírica alguma, pois está dentro das leis da cataláxia e da praxeologia.

Porque você sempre fala que a causa principal da crise foi "falta" de regulação?

Você nunca abordou da taxa de juro extremamente baixa entre 2002 e 2004.O juro era financiado com o superavit da China.As principais financiadoras de hipotecas eram empresas "garantidas" pelo governo (operavam com dinheiro subsidiado).

O que piorou a crise foi o governo ter salvo bancos a beira da falência.

"Porque você sempre fala que a causa principal da crise foi "falta" de regulação?"

Porque foi, ué? Se não fosse, eu não diria.

"As principais financiadoras de hipotecas eram empresas "garantidas" pelo governo (operavam com dinheiro subsidiado)."

E isto é falha do quê?

"O que piorou a crise foi o governo ter salvo bancos a beira da falência."

Deve ser por isto que o TED spread colapsou...

Você não devia estar em jejum de capim hoje?

Fala galera...

Tava faltando uma comunidade do Alex no Orkut... criei lá. http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=91720055

Alex,

Coloquei na comunidade aquela sua foto que estava no blog antigamente. Espero que não se incomode.

abraços, Zamba

Onde a falta de regulação pode ter causado a crise? Se os reguladores (SEC, Fed) não supervisionaram eficientemente o sistema, como mais regulação poderia ter evitado?
Se havia requisitos mínimos de capital, o que teria causado a alavancagem dos bancos? Com o perdão da ignorância, mas regulação não parece ser causa e nem deveria ser consequencia da crise.

Entenda regulação como ambas, isto é, um conjunto de regras e alguém que cuide do "enforcement". Ainda assim houve falha de regulação, como, por exemplo, a possibilidade de arbitragem regulatória entre bancos comerciais e de investimento, a existência de veículos fora do balanço (e sem capital mínimo alocado) etc.

O problema da regulação é que os agentes insistentemente tentam se "infiltrar" pelas suas falhas. Os "off-balance-sheet" gozavam de "contratos implicitos" (como se os emissores garantissem essas posições nos SIV), dessa forma o risco não estava fora do balanço e a paralização do "repo market" já em 2007 é explicada por Gary Gorton como uma percepção do mercsaod que bancos captavam nesse mercado para cobrir suas posições nas SIV, que sofriam uma espécie de "corrida".
Concordo que deva haver regulação, mas que alinhe interesses (investidor-agencias de rating, Calomiris), aumente a transparência (ou diminua assimetrias de informação - como criação de clearing houses para os derivativos, Blankfein).

"O problema da regulação é que os agentes insistentemente tentam se "infiltrar" pelas suas falhas. Os "off-balance-sheet" gozavam de "contratos implicitos" (como se os emissores garantissem essas posições nos SIV), dessa forma o risco não estava fora do balanço"

É isto mesmo. Nao tenho ilusões a respeito, mas este exemplo dos SIVs é emblemático. O risco estava lá, mas o capital não. Arbitraram o regulador.

Então concluiria errado se pensasse que a regulação criou incentivos para arbitragem e dessa forma a regulação poderia ser uma causa para a crise?
Mauricio - desculpa não ter assinado so demais.

Onde está o Kleber S. no seu momento de tirar onda? Quem aí viu o FMI dizendo que os BCs devem calibrar a política monetária não apenas para controlar a inflação, mas também para limitar a liquidez como um objetivo per si?

Até onde eu sabia (não é lá muita coisa), controle de liquidez não era importante per si - era só para alcançar o objetivo de botar a inflação na meta. Algum macroeconomista tem alguma ressalva?

Ou seja, para o FMI, não basta um Basileia 3.0 - tem que botar os Greenspans da vida para apertar os juros mesmo com a inflação abaixo da meta... ou eu perdi alguma coisa?

abs