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sábado, 20 de abril de 2013

Clóvis Rossi, o anti pundit


A palavra inglesa ‘pundit’ é uma variante do term ‘pandit’ em sânscrito, que denota um indivíduo de grande conhecimento. O termo ‘pundit’ é usado para descrever intelectuais públicos que pontificam sobre temas variados, tanto nas colunas de comentários dos jornais quanto nos programas de televisão.

Clóvis Rossi é um anti-pandit. Ele discorre sobre os mais variados temas, e não importa qual seja o assunto, invariavelmente, fala estultices e jequices, como se fora um buraco negro que devora qualquer informação e cospe ignorância.

Vejamos o que Clóvis Rossi disse sobre os rapazes chechenos que foram filmados e fotografados levando as bombas que mataram 3 e aleijaram dezenas em Boston:

“No caso de Boston, o que diabos faziam dois tchetchenos vivendo em Cambridge, como está sendo informado?

Pode uma pergunta estar errada? 

Com Clóvis Rossi, pode!

Primeiro, o irmão mais novo não era checheno, mas um cidadão dos EUA. Por ter nascido no exterior, não pode ser presidente, mas exceto este detalhe, é tão americano quanto Hollywood ou a torta de maçã.

Segundo, se Clóvis Rossi não fosse um jeca ignorante, saberia que em qualquer das maiores áreas urbanas dos EUA (ou do Canadá, Europa Ocidental), existem chechenos, somalis, etíopes, vietnamitas, palestinos, haitianos etc.  Não existe nada surpreendente nisto.

Terceiro, 'o que diabos eles faziam' lá? Que tipo de idiota faz uma pergunta destas?


Reações:

76 comentários:

'existem chechenos, somalis, etíopes, vietnamitas, palestinos, haitianos etc"

Existem até brasileiros.

E muitos mexicanos. Mas no Brasil, os que auto se proclamam intelectuais "progressistas", leia-se, petistas e pro-petistas, dizem tantas estultices que o Rossi se sente a vontade para contribuir para a péssima qualidade do debate público brasileiro. Mas reclamar do que se as autoridades públicas do governo federal não se dão o respeito? O que é a Dilma na posse do Maduro ou indo beijar a mão do Fidel? Eles reconhecem o Maduro presidente mas votam contra o presidente do Paraguai no Mercosul, isso se chama pouca vergonha. O que dizer de um povo que irá reeleger um partido que protagonizou o mensalão?

é, realmente, por que não estão em países que servem de farol para a Humanidade, como Rússia, Cuba e Coréia do Norte?

Off-topic? O que voces acham do Samy Dana? Como um cara pedestre desses ganha tanta atencao? Ao menos é um liberal e não um esquerdinha da Unicamp/UFRJ...

O,

e voces ainda leem esse senhor? Se na decada de 80 ele ja estava desafasado, imaginem agora.

Muita coisa boa por ai para se ler. Nao preciso ler alguns para confirmar que continuam ruins ou pessimos.

Só em BOST!@, existem mais de 400 mil brasileiros; isso era no início de 2000 - claro, vão para "fazer a América". Uns 70% disso deve ser de Governador Valadares, MG.

Eu tô fora...

Pra que vc lê o Clovis Rossi? Vc perde seu tempo com energúmenos como ele?

ha quem considera economia um branch de ciencias politicas... isso faz sentido?

Clovis Rossi é ruim, mas ainda é menos pior que o poço de ignorância chamado Elio Gaspari.

Clóvis Rossi é um jornalista que se enquadra totalmente na seguinte definição:
Jornalista sabe tão pouco de tantas coisas, que um dia chegarão a perfeição de não saber nada de tudo.

Alex,desculpe a pergunta.É possível obter um titulo de mestre sem fazer uma dissertação?Apenas cumprindo as disciplinas obrigatorias e eletivas.

Porque o Impa oferece essa alternativa:

"Redigir, sob a orientação de um professor do IMPA, uma Dissertação de Mestrado que deve ser aprovada por uma banca designada pela Comissão de Ensino; ou cursar pelo menos duas disciplinas de Doutorado obtendo conceito A ou B; ou cursar uma disciplina de doutorado e participar do Seminário de Pesquisa obtendo conceito A ou B. No caso de optar por substituir a dissertação de mestrado, o aluno deve submeter, previamente, à Comissão de Ensino, um planejamento de atividades o qual deve ser aprovado pelo orientador."


http://www.impa.br/opencms/pt/ensino/mestrado/mudancas/mestrado_matematica_pura.html

Rossi conviveu muito com o Luis Nassif... ai nao da pra esperar muito mesmo.

O que voces acham do Nelson Barbosa? Para mim é um ÓTIMO policymaker. Ele acabou com a ciranda financeira no Brasil.

Interessante artigo

Mas mais interessante é esse livro aqui:

http://www.amazon.com/Macroeconomics-Neoclassical-Introduction-Merton-Miller/dp/0226526232

Eu também gosto deste:

http://www.amazon.com/Political-Economy-Macroeconomics-Allan-Drazen/dp/0691092575/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1366615897&sr=1-1&keywords=political+economy+in+macroeconomics

Eu só fico sabendo das patetadas do tal do Rossi quando as vejo publicadas por outros colunistas.

Ele e alguns outros do grupo Folha, me dão náuseas e ânsia de vômito.

Prefiro preservar meu organismo a arriscar uma leitura.

O,

VC NAO SABE, MAS ESSE ATAQUE FOI PLANEJADO PELAS AUTORIDADES AMERICANAS PARA DISSEMINAR O TERROR PELO PAÍS. NA MESMA SEMANA UMA FABRICA DA PIOR INDUSTRIA DA ATUALIDADE EXPLODIU, A INDUSTRIA DE FERTILIZANTE.
PARA MIM SAO SINAIS CLAROS DE UMA BRIGA DE PODER ENTRE TITAS QUE ESTA ACONTECENDO NESSE MOMENTO. DENTRE POUCO DENTO SERA DEFINIDO AQUELE QUE OPERA AS MARIONETES MUNDIAIS

ABS

"É possível obter um titulo de mestre sem fazer uma dissertação?Apenas cumprindo as disciplinas obrigatorias e eletivas."

Que eu saiba so no IMPA. Mas tem que ter otimas notas, se tiver muitos B e C vao te obrigar a fazer a dissertacao.

Vale lembrar que o Kobe Bryant se machucou. A conexão é óbvia.

"O"

Uns esquerdistas tão usando esse artigo pra defender Chavez e atacar O Globo

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=21926

Aí te pergunto, esse prof da UFF usou numeros da Cepal.. Eles são confiaveis? Qual a legitimidade dos numeros fiscais apresentados no artigo? Abração

O número de inflação está errado: a inflação na Venezuela já supera 25% nos 12 meses até março.

alias impressionante como tinha vizinho brasileiro

um deles era fugitivo do massacre da candelaria, o cara não parece ex-favelado de jeito nenhum.

Se fosse no Brasil:

Massacre em Sao Paulo: Policia mata covardemente um suspeito e fere o irmão de apenas 19 anos.

(na Folha por Clovis Rossi)

"O que voces acham do Samy Dana?"

Acho o cara muito bom. Lembre-se que ele se dispôs a falar de finanças pessoais para leigos e não projeções macroeconômicas ou análises da situação fiscal do país.

Ele é muito melhor do que o Cerbasi ou o Mauro Halfeld, por exemplo.

Também fiquei curioso com esses números da Venezuela e, qualquer que sejam os dados corretos, qual a real dimensão dos problemas econômicos que o país enfrenta.

O artigo da Carta Maior é lixo. Não sei se o professor da UFF é mal intencionado ou apenas incompetente. Ou os dois. Depois escrevo mais sobre isso.

O

escreve mais sobre o artigo aí

O dia em que eu perder meu tempo para ler um artigo de um professor de economia da UFF por favor me matem.

Achei tranquilo o artigo do rapaz da UFF. Foi fiel aos dados, só isso...

Se os dados divulgados estão errado, isso é uma outra história, mas seu apelo ao Globo procede assim mesmo...

"O artigo da Carta Maior é lixo. Não sei se o professor da UFF é mal intencionado ou apenas incompetente. Ou os dois. Depois escrevo mais sobre isso."

Quem é voce mesmo?

"O dia em que eu perder meu tempo para ler um artigo de um professor de economia da UFF por favor me matem."

Porra, tem Premio Nobel visitando esse blog... o cara é muito bom mesmo, nossa...

Alguém responda urgentemente:

1- Por que os post do Alex são bons e os do O são lixo?

2- Por que, mesmo assim, o Alex deixa o O continuar?

Julio Lopes

17:53

Que isso cara? O Theotônio é da UFF, um EXPOENTE da profissão..

http://www.youtube.com/watch?v=zPn7aI-Lr3g

EU ESTAVA PRESENTE NESSA PALESTRA ONDE THEOTONIO E NASSIF FIZERAM UMA ANALISE POS-MODERNA DO PAPEL BRASILEIRO NA ECONOMIA GLOBAL.. THEOTONIO DEMONSTROU TER MICROFUNDAMENTOS AO MENCIONAR A QUESTÃO DA DEMANDA REPRIMIDA DO CONSUMO DOS CIDADÃOS DE CLASSE BAIXA, QUE GRAÇAS A GUERREIRA DILMA AGORA "SURFAM" NUMA MARÉ DE PROSPERIDADE. O BNDES TEVE PAPEL IMPORTANTISSIMO AO SUPRIR O CRÉDITO QUE OS "PITBULLS DOS JUROS" COMO DIRIA NASSIF REPRIMIRAM POR TANTO TEMPO. OBRIGADO POR ACABAR COM O MERCADO DE CRÉDITO!

ABS - CAJUZINHO

Se a *caçada em Boston* fosse no Brasil:

Massacre em Sao Paulo: Policia tucana mata covardemente um suspeito e fere o irmão de apenas 19 anos.

na Folha por Clovis Rossi

“O” Anonimo,
Você me faz lembrar da história do soldado nas guerras nos Balcãs que perdeu a referência de país ou nacionalidade, tais foram as mudanças de fronteiras, e que após ser ferido mortalmente pediu para ser enterrado com a bandeira do adversário, pois, disse ele: “antes que morra um dos nossos, que morra um dos deles”.
Então é isto: depois do post “Paródia hilária” de terça-feira, 06/11/2012 de sua autoria, em que você lança suas diatribes contra Arnaldo Jabor (Ver o link http://maovisivel.blogspot.com.br/2012/11/parodia-hilaria.html), e agora com esta crítica a um dos ícones do nosso, como eu diria, jornalismo mainstream, talvez se pudesse dizer que "você é um dos nossos".
Ou então quem sabe, nas memórias de um centenário como a ele se referiu Alexandre Schwartman, sendo que trecho das memórias foi publicado no post “Memórias de um centenário” de quarta-feira, 12/09/2012 (Ver o link http://maovisivel.blogspot.com.br/2012/09/memorias-de-um-centenario.html), você venha a ser mencionado, talvez, quem sabe, em uma elegia, como “um dos deles”.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 22/04/2013

Anônimo (segunda-feira, 22/04/2013 às 13:35),
Li o artigo "Economista na UFF enumera mentiras de 'O Globo' sobre Venezuela" saído no site Carta Maior no blog de Luis Nassif junto ao post "Os desgastes do Chavismo" de segunda-feira, 22/04/2013 às 08:51, em que o comentarista Emiliammm trouxe do Diário da Manhã a entrevista com o historiador Gilberto Maringoni intitulada "Os desgastes do Chavismo". O post "Os desgastes do Chavismo" no blog de Luis Nassif pode ser visto no seguinte endereço:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/os-desgastes-do-chavismo
E a carta que teria sido destinada à Editora do caderno Mundo de O Globo, Sandra Cohen, fora enviada pelo Professor de Economia da UFF Universidade Federal Fluminense Victor Leonardo de Araújo e aparece no comentário de Marcia enviado segunda-feira, 22/04/2013 às 11:42.
Não nutro nenhuma simpatia pelo sistema Globo de Jornalismo. Não falo com muito conhecimento de causa porque não sou leitor do jornal e raramente vejo o noticiário na televisão.
Gostei do início da carta que embora crítica pareceu-me bem mais educada do que a maioria dos escritos, por exemplo, do "O" Anonimo. Foi o que me pareceu a carta até a parte em que o professor Victor Leonardo de Araujo diz, referindo à menção na reportagem de fontes genéricas do tipo "dados oficiais e entidades privadas":
"uma falha primária que nem meus alunos não cometem mais em seus trabalhos".
Achei a comparação muito ruim que talvez apenas depreciasse os alunos dele de economia.
Há uma sequência de dados que se corretos prestam bem ao intento de criticar os dados da Rede Globo.
Ainda assim, há uma frase dele com referência à participação da indústria na economia que me pareceu sem muita base econômica. Na frase ele critica uma afirmação da jornalista Janaína Figueiredo que no artigo de 14/04/2013 intitulado "Chavismo joga seu futuro" diz que em 1998 a indústria respondia por 63% da economia venezuelana e em 2012 a participação cai para 35%. Na frase do professor Victor Leonardo de Araújo, ele diz o seguinte:
"Veja bem: uma economia em que a indústria representa 63% do PIB é super-hiper-mega-industrializada, algo que sequer nos países desenvolvidos foi observado naquele ano, nem em qualquer outro".
O problema da frase para um professor de economia, em meu entendimento de leigo, foi dar a entender que ele não compreende que os países mais desenvolvidos tem uma baixa participação da indústria.
É bem verdade que desde a década de 80 quando não mais se fez a divisão de maiores do setor da indústria e maiores do setor de serviços com o argumento de que a Microsoft, uma grande de serviços, vendia disquetes e a General Motors, uma grande do setor industrial, vendia serviços de logística, eu perdi muito o interesse por essa divisão.
O que, entretanto, realmente me decepcionou na carta do professor Victor Leonardo de Araújo foi a apresentação dos dados de Carga Tributária e Gastos Públicos como se vê a seguir. Diz lá ele:
"Algumas aproximações para “participação do Estado na economia” podem ser utilizadas, e as mais usuais apresentam números distantes daqueles exibidos pelo jornalista: os gastos do governo equivaliam a 17,4% do PIB em 2010 (contra 13,5% em 1997) e a carga tributária em 2011 era de 23% (contra 21% em 2000), nada absurdamente fora dos padrões latino-americanos".
Não conheço país que tenha gastos menores do que a carga tributária. Um professor não ter atentado para isso é erro que nem um leigo como a mim comete. A menos, é claro, que o conceito de gastos de governo nas Ciências Econômicas seja bem diferente daquilo que um leigo entende como tal.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 22/04/2013

"2- Por que, mesmo assim, o Alex deixa o O continuar?"

Porque eu roubei a senha dele. Mas não espalha, ele ainda não se deu conta disso.

"Quem é voce mesmo?"

Alguém que não passa o papelão que o professor Victor Leonardo de Araújo passou ao escrever que a inflação na Venezuela está declinando (não está); que a Venezuela não tem problema fiscal (tem, ele por ser idiota ou desonesto reportou o déficit do governo central, ao invés do déficit do setor público, que inclui gastos off-budget); que a Venezuela não depende de fluxos de capitais (estultice mor, então por que então os chavistas da PDVSA tomam emprestado da China a juros extorsivos? É por tesão, por acaso?).

"Alguém que não passa o papelão que o professor Victor Leonardo de Araújo passou ao escrever que a inflação na Venezuela está declinando (não está); que a Venezuela não tem problema fiscal (tem, ele por ser idiota ou desonesto reportou o déficit do governo central, ao invés do déficit do setor público, que inclui gastos off-budget); que a Venezuela não depende de fluxos de capitais (estultice mor, então por que então os chavistas da PDVSA tomam emprestado da "

1- Entao poderia mostrar como tem se comportado a inflacao na Venezuela?

2- O Chavismo, por acaso, nao responde pelo deficit do governo central?

3- seu terceiro questionamento eh ridiculo... vale nem comentar...

E o Clovis Rossi volta a atacar hoje...que cara imbecil!

“Também fiquei curioso com esses números da Venezuela e, qualquer que sejam os dados corretos, qual a real dimensão dos problemas econômicos que o país enfrenta.”

Um resumo rápido.

(1) Venezuela tem sérios problemas fiscais; seu déficit é gigantesco devido ao crescimento dos gastos extra-orçamentários

(2) Periodicamente, o governo necessita desvalorizar o bolivar fuerte (sério, este é o nome da moeda-piada deles) para equilibrar as contas públicas. Isso funciona porque a principal fonte de receita do governo é denominada em dólares

(3) Depois de cada desvalorização, a inflação acelera e erode o poder de compra da população

(4) Para se manter no poder, então o governo tem que reajustar os salários dos servidores e benefícios, portanto trazendo as contas públicas ao desequilíbrio novamente

(5) Como o governo é redistributivo, não sobram recursos para melhorar ou até manter a infra-estrutura, que cai aos pedaços

(6) Como o governo precisa de recursos, de vez em quando precisa expropriar algum setor da economia privada

(7) Como o governo não mantém a infraestrutura e de vez em quando expropria o setor privado, não existem incentivos para o setor privado investir

(8) Mais que isso, o setor privado tem incentivo para mover sua riqueza para fora do país, e assim o faz

(9) Isso causa a situação esdrúxula de um país com superávit comercial mas em que dólares são racionados

(10) Até papel higiênico falta de vez em quando porque importadores não conseguem obter dólares para pagar pelas importações

(11) O que causa uma pressão permanente para a desvalorização do câmbio... e consequente perda de poder de compra da população, aceleração da inflação etc

(12) Enquanto isso, a Venezuela tem se tornado menos diversificada (vide sua pauta de exportações), o setor privado tem encolhido, sua taxa de crescimento é a mais baixa entre os países grandes da América do Sul desde que Chávez se tornou presidente, a infra-estrutura se deteriora e salários reais se estagnam.

“1- Entao poderia mostrar como tem se comportado a inflacao na Venezuela?”

Quase sempre acima de 20 por cento ao ano, no mês de março de 2013 (último dado disponível), alcançou 25 por cento. Em outras palavras, o professor da UFF desinformou quando disse que a “inflação na Venezuela tem desacelerado”.


“2- O Chavismo, por acaso, nao responde pelo deficit do governo central?”

Mulher: ómi vagabundo, chega bêbado em casa! Sai do trabalho e vai para o bar, pilantra!

Marido: Oh, Amélia, doce de coco, posso lhe (hic) garantir que não bebi (hic) uma gota de árco no bar.

Mulher: Se não bebeu no bar, bebeu na rua!

Marido: Mas eu respondo pelos meus atos no bar! Estive no bar e não bebi (hic) uma gotazinha sequer de árco no bar. Você pode checar (hic) a câmara de circuito interno do bar, posso provar (hic hic) que não bebi árco no bar...


“3- seu terceiro questionamento eh ridiculo... vale nem comentar...”

“Por que não vale comentar? Ridículo é afirmar que a Venezuela não depende de “atrair fluxos de capitais na conta financeira” quando qualquer pessoa minimamente informada sabe que a PDVSA capta a juros bem altos e o governo da Venezuela vendeu petróleo barato (forma de financiamento extorsivo) para a China. A escassez de divisas no país é evidente pelo fato que é de conhecimento comum que o governo raciona divisas e existe um mercado paralelo do dólar. Ou o professor Victor Leonardo de Araújo é um pobre coitado que não sabe do que fala (e portanto não deveria ser professor) ou ele tinha missão de desinformar.”

Não consigo entender por que ainda se esconte atrás da capa do anonimato.
Você quase nunca traz posts informativos, apenas esculaxos de segunda. Posso até concordo com a maioria de suas críticas, mas a forma com que você as coloca só te tiram o crédito.

Alberto Oliveira

Alex,
é verdade que o overnight voltou?

Prezado Alberto,

Tu me convenceste.

Já vou redigir o post em que vou finalmente me identificar.

Afinal, como vou argumentar contra lógica tão irrefutável?

Pode prender a respiração.

“O”

Ih... me deu uma preguiça...

Alberto, pode voltar a respirar, gajo!

Bem sucinto e claro, "O". Obrigado. Mas e a questão dos dados da CEPAL (tirando inflação, pois o governo a maqueia) sobre dívida pública? Outra: onde se pode saber ao certo sobre racionamento, já que outro dia um funcionário da FAO falou que não há problema de abastecimento de alimentos na Venezuela e que, ao contrário, a segurança alimentar e aumentou muito para os pobres e miseráveis?

"é verdade que o overnight voltou?"

Ué? Tinha ido embora?

João Paulo,
(a) A confusão é sobre déficit público, não dívida pública, e advém de uma definição estrita do setor público. Aparentemente, os dados da CEPAL que foram citados na Carta Maior excluem os gastos extra-orçamentários, que são gigantescos na Venezuela.

(b) Os números da inflação na Venezuela são aparentemente confiáveis. Mas o professor, acidentalmente ou não, reportou a inflação dos 12 meses até dezembro de 2012 (antes da desvalorização do Bolívar fuerte) e não os números mais recentes (março de 2013).

(c) Não sei detalhes sobre a situação de desabastecimento além do que é reportado nos jornais e ouço de meus amigos, isto é, de vez em quando falta leite, de vez em quando falta papel higiênico etc.

Mais uma vez, obrigado. Imagino que o Banco Mundial deva também ter dados sobre a Venezuela. Bom, de qualquer forma, seria legal alguém responder ao colega da UFF.

só uma clovete pra defender o cara?

Os comunistas já foram mais solidários, cadê a patrulha?

Essa turma que defende os desgovernos (populistas e demagogos) da Venezuela e da Argentina, não merece resposta. Para eles o mensalão não existiu, torcem para a turma não ir para a cadeia. Enquanto o mundo racional condena o péssimo desgoverno Dilma (muito pior do que o do Lula, que tinha o Meirelles para salvar) eles elogiam o errado e condenam o correto. Fazem parte do mundo atrasado que defende (sempre) um pouquinho mais de inflação, a taxa básica não reduz a inflação, dê um cano nos rentistas (que não sabem quem são), proteja mais o cartório dos privilegiados (aposentadorias absurdas e insustentáveis).

O Clovis Rossi não tem o discernimento para distinguir fofoca de notícia, nem a honestidade de admitir um erro. Por exemplo, nessa coluna http://www1.folha.uol.com.br/colunas/clovisrossi/1152690-em-nome-do-pai-do-filho-e-do-odio.shtml ele espalhou a mentira que o autor do video anti-islâmico tenho contado, e usou elas para justificar o atentado terrorista em Benghazi.

O maior problema não são nem as bobagens que jornalistas sem competência nem ética como ele escrevem para o público desinformado. O mais triste é que a Folha, ao publicar esse lixo, avacalha o trabalho dos jornalistas bons que lá escrevem.

"O"

Meu prof de monetária disse que o BoJ explicitou que estava desvalorizando o yen para ganhar competitividade.. e aí, desvalorização ainda é uma jabuticaba campineira?

"Meu prof de monetária disse que o BoJ explicitou que estava desvalorizando o yen para ganhar competitividade.. e aí, desvalorização ainda é uma jabuticaba campineira?"

Eu já respondi: é.

Alex

Mas não ha alguma robustez em austeridade+desvalorização? Tipo, algo mais robusto que teorias campineiras.. Acho que o Rodrik ou o pessoal freshwater fala disso.. Da só uma explicada, se puder

"Meu prof de monetária disse que o BoJ explicitou que estava desvalorizando o yen para ganhar competitividade.. e aí, desvalorização ainda é uma jabuticaba campineira?"

Meu caro aprendiz, o BoJ tem como objetivo muito claro livrar o pais da deflacao.

Dobrar a base monetaria pode, de fato, depreciar o cambio nominal. Mas isso implica que o BoJ estara conseguindo encarecer os produtos importados e (tomara) gerando alguma inflacao.

No curto prazo, ha um ganho de competitividade, mas no longo prazo, caso consiga gerar ionflacao, o cambio real nao se altera. Este eh o cambio que importa para fins de competitividade...

Miranda

o lars svensson é a favor de desvalorização competitiva

sobre oferta e demanda, é certo dizer q a demanda determina as quantidades, e a oferta o preço? vlw

“No curto prazo, ha um ganho de competitividade, mas no longo prazo, caso consiga gerar ionflacao, o cambio real nao se altera. Este eh o cambio que importa para fins de competitividade...”

Mas como esta é uma casa de economista que olha para os dados, eu não posso deixar de meter o bedelho para refrescar sua memória que a evidência que câmbio real reverte para a média no longo prazo é bem fraca ou implica um período de convergência bem longo. Então para todos os efeitos, uma depreciação nominal do ien, é sim senhor, uma depreciação real do ien em qualquer horizonte de tempo que valha a pena discutir.

"sobre oferta e demanda, é certo dizer q a demanda determina as quantidades, e a oferta o preço? "

Nao.

"...Mas como esta é uma casa de economista que olha para os dados, eu não posso deixar de meter o bedelho para refrescar sua memória que a evidência que câmbio real reverte para a média no longo prazo é bem fraca ou implica um período de convergência bem longo. Então para todos os efeitos, uma depreciação nominal do ien, é sim senhor, uma depreciação real do ien em qualquer horizonte de tempo que valha a pena discutir..."

Meus caros,
Esta é uma dúvida mesmo (e não é ironia da minha parte). Qual é a evidência empírica disto? Não é minha área mas já ouvi por aí (de novo, estou citando conversas informais com amigos - isto caso minha memória não esteja me traindo) que esta passagem (desvalorização nominal gerando inflação e acabando com a desvalorização inicial real da moeda) acontece em alguns meses (evidências empíricas sugeririam um período entre 6 meses e um ano). Isto não é verdade? Alguém da área (se possível) poderia fazer um resuminho das evidências empíricas já encontradas para a gente, que tal?
Saudações

"Mas como esta é uma casa de economista que olha para os dados, eu não posso deixar de meter o bedelho para refrescar sua memória que a evidência que câmbio real reverte para a média no longo prazo é bem fraca ou implica um período de convergência bem longo. Então para todos os efeitos, uma depreciação nominal do ien, é sim senhor, uma depreciação real do ien em qualquer horizonte de tempo que valha a pena discutir."

"O" pensando como o Oreiro???

"o lars svensson é a favor de desvalorização competitiva"

Porque ela implica a necessidade de afrouxamento monetário simultâneo...

“Esta é uma dúvida mesmo (e não é ironia da minha parte). Qual é a evidência empírica disto? Não é minha área mas já ouvi por aí (de novo, estou citando conversas informais com amigos - isto caso minha memória não esteja me traindo) que esta passagem (desvalorização nominal gerando inflação e acabando com a desvalorização inicial real da moeda) acontece em alguns meses (evidências empíricas sugeririam um período entre 6 meses e um ano). Isto não é verdade?”

Não, não é verdade. A evidência dos dados mostra que a reversão à média/ao equilíbrio para a taxa real de câmbio é bem mais lenta que isso, para economias com inflação moderada. Talvez o motivo de sua confusão é que essa convergência é mais rápida quando a inflação é mais alta.

""O" pensando como o Oreiro???"

Oreiro pensa?

"Não, não é verdade. A evidência dos dados mostra que a reversão à média/ao equilíbrio para a taxa real de câmbio é bem mais lenta que isso, para economias com inflação moderada. Talvez o motivo de sua confusão é que essa convergência é mais rápida quando a inflação é mais alta".

Caro "O", você tem alguma referência com evidências do tempo dessa convergência? Poderia passar? Obrigado.

"O" Anonimo (quarta-feira, 24/04/2013 às 07:10),
Sou leigo e venho aqui para aprender, a menos que haja as barreiras de formulas para mim intransponíveis. Leio, tento entender o que vocês dizem e, se for o contrário do que penso, vejo se há sustentação no que penso. E mantenho minhas idéias, se concluo que há. É claro que faço a avaliação imaginando que você e o Alexandre Schwartsman tenham o mesmo entendimento.
Lá no post “Inflação, tomates e outros pepinos” de quarta-feira, 17/04/2013 (Acessível em: http://maovisivel.blogspot.com.br/2013/04/inflacao-tomates-e-outros-pepinos.html), um anônimo, em comentário enviado sexta-feira, 19/04/2013 às 18:20, fez a seguinte questão:
“O BoJ explicitamente disse que estava desvalorizando o câmbio.. e aí, vai continuar chamando desvalorização de algo campineiro e uma jabuticaba?”
O Anônimo, em comentário de terça-feira, 23/04/2013 às 16:35, repetiu a questão aqui neste post “Clóvis Rossi, o anti pundit”, e a fez para você.
Aqui como lá Alexandre Schwartsman respondeu. Lá em comentário de segunda-feira, 22/04/2013 às 10:05, ele disse: “Vou”.
Aqui, em comentário de terça-feira, 23/04/2013 às 16:54, ele disse: “Eu já respondi: é”.
Defendo a desvalorização da moeda desde há muito, mais precisamente, a partir dos primeiros resultados da maxi-desvalorização que o FMI nos impôs em 1983, quando a economia estava sob o comando de Antonio Delfim Netto.
Há os que censuram aquela desvalorização dizendo que, com a desvalorização, a inflação elevou de 100 para 220% ao ano. Eu retruco dizendo e dai, se tivemos, em 1985, o maior crescimento da economia brasileira no ano desde a maxi de 1983 até os dias de hoje.
Eu pretendia alertar ao Anônimo do comentário de lá do post “Inflação, tomates e outros pepinos” de quarta-feira, 17/04/2013, e enviado sexta-feira, 19/04/2013 às 18:20, e aqui no post “Clóvis Rossi, o anti pundit” de sábado, 20/04/2013, reproduzido em comentário enviado terça-feira, 23/04/2013 às 16:35, de que não adiantava dar muro em ponta de faca. Para quem presta serviços para nacionais do país onde presta serviço, a maxidesvalorização é excrescência. E pior, se o prestador de serviços for economistas e com boa formação em matemática superior, então ele jamais vai aceitar a funcionalidade de medida que menino que acabe de apreender regra de três pode sugerir. Não é quem estudou três a cinco semestres de cálculo que vai aceitar que medida simplória de desvalorização cambial venha a ser benéfica para a economia.
Agora aqui neste post “Clóvis Rossi, o anti pundit”, em comentário que você enviou quarta-feira, 24/04/20136 às 07:10, você parece concordar que a desvalorização pode ser mantida no curto e em bom horizonte de tempo. É o que eu depreendo do seu comentário que reproduzo na parte propriamente sua a seguir:
“Mas como esta é uma casa de economista que olha para os dados, eu não posso deixar de meter o bedelho para refrescar sua memória que a evidência que câmbio real reverte para a média no longo prazo é bem fraca ou implica um período de convergência bem longo. Então para todos os efeitos, uma depreciação nominal do ien, é sim senhor, uma depreciação real do ien em qualquer horizonte de tempo que valha a pena discutir”.
Lição quase completa, pois ela não me parece válida em qualquer situação de temperatura e pressão, ou seja, a desvalorização deveria ser acompanhada de alguma restrição como a que mencionou o Anônimo do comentário enviado 23/04/2013 às 18:26, qual seja, desvalorização robusta deve vir acompanhada de certa austeridade, ainda que após o erro do excel da dupla Carmen M. Reinhart e Kenneth Saul Rogof, a receptividade da austeridade tenha caído bastante.
Interessa-me aqui, entretanto, é observar que, pelo conteúdo e forma, a sua lição apesar de eu, leigo, chama-la de incompleta, pareceu-me destinada a economistas de alto coturno. Eu então pergunto, você e o Alexandre Schwartsman divergem linearmente sobre a desvalorização?
Clever Mendes de Oliveira
BH, 24/04/2013

“Caro "O", você tem alguma referência com evidências do tempo dessa convergência? Poderia passar?”

Basta descarregar qualquer série de tempo de taxas nominais e reais de câmbio e olhar o aspecto das séries. Que variações nas taxas reais de câmbio são em grande parte explicadas por variações nas taxas nominais de câmbio e choques são relativamente persistentes é algo tão óbvio quanto afirmar que João corre mais rápido quando suas pernas não estão atadas.

"O" Anonimo (quarta-feira, 24/04/2013 às 07:10),
Como leigo tenho mais liberdade para errar. Em compensação fico mais sujeito a pancadas de bons economistas que sabem que eu como leigo não tenho estofo suficiente para replicar. No post “The Economist peca por excesso ao falar de excessos brasileiros” de sexta-feira, 12/02/2010 às 17h55 (Ver o link http://blogs.estadao.com.br/jpkupfer/the-economist-peca-por-excesso-ao-falar-de-excessos-brasileiros/), no blog de José Paulo Kupfer, junto a um comentário enviado quarta-feira, 17/02/2010 às 10:16, por MAG, um bom economista aqui das alterosas, para junto do comentário de Riccardo(NewOrleans,USA) de quarta-feira, 17/02/2010 às 0:18, eu disse, também na quarta-feira, 17/02/2010, mas às 12:35:
“É opinião de leigo, mas é facilmente constatável que a taxa de poupança muda com a taxa de câmbio”.
Não chegou a ser pancada a resposta de MAG. O certo é que em comentário ele 17 de fevereiro de 2010 às 13:51, ele assim me respondeu:
“Caro Clever: “É opinião de leigo…”. Sem ofensa, de fato é opinião de leigo (agride os conhecimentos mundialmente já consolidados)”.
Recentemente, terça-feira, 29/01/2013, em artigo intitulado “Taxa de câmbio e desenvolvimento” e publicado no jornal Valor Econômico, Antonio Delfim Netto deu repercussão ao livro “Devaluing to Prosperity” de Surjit S. Bhalla e resumiu assim a idéia que o autor desenvolve:
“A tese que uma taxa de câmbio relativamente desvalorizada ajuda o desenvolvimento é construída em etapas, através do seu efeito sobre o nível de investimento da economia (quando o custo do capital é competitivo): 1) ela leva a um menor custo da produção (porque, em geral, reduz o preço do trabalho em dólares em magnitude, mais do que aumenta em moeda nacional o custo dos insumos importados); 2) isso aumenta o lucro; 3) esse estimula o aumento do investimento e, finalmente, produz: 4) o aumento do crescimento”.
Pareceu-me um pouco com a minha afirmação de que a desvalorização cria sua própria poupança, tão desmerecida pelo excelente economista MAG das alterosas.
O link para o artigo de Antonio Delfim Netto “Taxa de câmbio e desenvolvimento” é:
http://www.valor.com.br/brasil/2987002/taxa-de-cambio-e-desenvolvimento
O link para o artigo completo é só para assinantes. Há também o link para o blog de Luis Nassif junto ao post "O problema da taxa de câmbio real e o desenvolvimento” de terça-feira, 29/01/2013 às 13:49, onde o artigo é reproduzido como se pode ver no endereço a seguir:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-problema-da-taxa-de-cambio-real-e-o-desenvolvimento
O que eu queria salientar é que questionei em meu comentário anterior, enviado quarta-feira, 24/04/2013 às 22:51, se você e Alexandre Schwartsman divergiam sobre a desvalorização, mas observo que a avaliação mais elaborada sobre a desvalorização comporta pelo menos dois pontos distintos. Primeiro é preciso saber se uma desvalorização pode ser mantida. Eu penso que sim, ainda que a inflação seja alta desde que o câmbio seja arrastado como o exemplo do Brasil após a maxidesvalorização de 1983 comprova. Para você os dados comprovam a possibilidade de manutenção da desvalorização.
E segundo é saber se os efeitos da desvalorização são benéficos para a economia, como eu acredito que são, como serve também como comprovação o exemplo do Brasil em 1983 e poderia também incluir a desvalorização de 1999 e a desvalorização de 2002. No entanto, se para você, embora possa ser mantida, a desvalorização é uma excrescência, então se poderia dizer que você e o Alexandre Schwartsman convergem não linearmente sobre a desvalorização.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 25/04/2013

O lixo que escreve somado à sua aparição na propaganda da Folha em que ele aparece imitando uma mosca mostram o sujeito.

"O" desaprendeu equilibrio geral...nao bastasse isso, chamou conversao a media, de conversao ao equlibrio! Como ele mesmo gosta de dizer, nao chega nem a estar errado...

“"O" desaprendeu equilibrio geral...”

Deixa de ser idiota. Não estou falando de equilíbrio geral, mas de evidência empírica. Se todos os modelos de equilíbrio geral possíveis chegassem a conclusão que choques monetários não têm efeitos persistentes sobre a taxa real de câmbio, todos os modelos de equilíbrio geral seriam inúteis e teriam que ser jogados no lixo.

“nao bastasse isso, chamou conversao a media, de conversao ao equlibrio! Como ele mesmo gosta de dizer, nao chega nem a estar errado...”

Primeiro, a palavra correta é reversão, não conversão. Segundo, na literatura de séries temporais/macroeconomia usando cointegração, a ‘média’ de longo-prazo é o equilíbrio, então ambos os termos podem ser usados.

Jesus Christ !

I missed Rossi in the original paper. Tks, O. These pseudo-intelectuals are boring. And since they do not know general equilibrium theory, they say a lot of shit.

Muto triste ver um ataque desses, de baixo nível, ainda por cima assinado "o Anônimo", entre os textos de Alexandre.

Daí inferir que o Anônimo é o próprio Alexandre Schawartsman é um pulo. E eles são colegas de jornal, ambos escrevem para a Folha.

Pode-se discordar de alguém, mas as críticas devem ser construtivas, ou, mesmo se destrutivas, que tenham um nível mínimo de civilidade.

Foi, mal, Alexandre, já passo a ver a ver suas colunas com olhos mais desconfiados e, com certeza, esse blog já não me interressa tanto.

"Daí inferir que o Anônimo é o próprio Alexandre Schawartsman é um pulo."

Fala Canguru!